Após demolições, previsão de entrega do Hospital Metropolitano é para dezembro

16/04/2018 - 09:54 - Atualizado em 16/04/2018 - 10:26
Demolições ocorreram nesta segunda (Crédito: TNH1)

O governo do Estado demoliu, nesta segunda-feira (16), os últimos 46 imóveis que ocupavam o terreno onde será construído mais um setor do Hospital Metropolitano, na Avenida Menino Marcelo, em Maceió, próximo ao Distrito Industrial.

A previsão de entrega da construção é para dezembro deste ano e o hospital deve começar a funcionar em janeiro de 2019, segundo afirmou o secretário de Infraestrutura, Fernando Fortes, em entrevista ao TNH1.

Com as demolições, realizadas por meio da Secretaria de Infraestrutura, serão iniciadas as obras do setor de serviços, separado da parte de atendimento aos pacientes. No setor, ficarão as alas de produção de refeições, lavanderia, necrotério, central de gases, entre outros.

“Esses serviços ficam à parte dos setores de saúde para que não interfiram no dia a dia de trabalho. O bloco principal já está com toda a estrutura pronta e vamos iniciar a fase de acabamento”, disse Fortes.

Os moradores das 46 construções, entre residências e pontos comerciais, já desocuparam os imóveis e foram indenizados pelo Estado.

O desligamento da rede elétrica junto à Eletrobrás foi providenciado para que não houvesse nenhum risco de acidente durante a ação da Seinfra. Além disso, foi emitida aprovação junto ao Instituto do Meio Ambiente (IMA), permitindo fazer a supressão vegetal das fruteiras, árvores e arbustos do local.

Investimento

A construção do hospital conta com investimento de mais de R$ 64,5 milhões, com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza e de emendas parlamentares.

Quando estiver pronto, o Hospital Metropolitano desafogará o Hospital Geral do Estado (HGE), ofertando 180 leitos, sendo 20 de pediatria, 50 de clínica médica, 30 de cirurgia, 40 de obstetrícia, 10 de UTI adulto, 10 de UTI pediátrica, 10 de UTI neonatal e outros 10 de UCI neonatal. Além disso, um heliponto irá agilizar a transferência de pacientes em estado grave, evitando que eles sejam transportados em ambulâncias.

Fonte: TNH1