Rui Palmeira comemora avanços após um ano da coleta seletiva em Maceió

13/06/2018 - 08:01 - Atualizado em 13/06/2018 - 08:01

Passado um ano da implantação da coleta seletiva em Maceió, o prefeito Rui Palmeira comemora os avanços do sistema em parceria com quatro cooperativas de catadores e ressalta que a atividade desenvolvida na capital serve de modelo para outras cidades.

Em 2017, Rui Palmeira assinou contratos com as cooperativas Cooplum, Cooprel do Benedito Bentes, Cooprel da Serraria e a Coopvila, para o recolhimento de materiais recicláveis porta a porta.

“Para nós é motivo de muita alegria saber que a coleta seletiva em Maceió é um modelo que já está sendo copiado por outras cidades. O sistema de coleta seletiva possibilitou uma melhor condição de vida para centenas de famílias que antes tinham uma renda muito baixa e hoje já conseguem receber pelo menos um salário mínimo”, afirmou o prefeito.

Para praticar a coleta seletiva é fácil: basta utilizar duas lixeiras. É preciso separar o resíduo molhado do resíduo seco. O molhado é o que não pode ser reciclado, como restos de comida, papel higiênico, guardanapos e folhas. Já o material seco é o que pode ser reciclado, como papelão, papéis, plásticos, metais e tecidos.

“Atualmente, nós conseguimos atender 18 mil residências em diversos locais. Os bairros atendidos nesse momento são Cruz das Almas, Pontal, Ponta Verde, Jatiúca, Mangabeiras, Benedito Bentes, Serraria, Antares e Jacarecica. Nós pretendemos ampliar a coleta seletiva e atingir cada vez mais bairros”, detalhou Rui Palmeira.

Ecopontos

Importantes equipamentos que auxiliam na limpeza da cidade, os ecopontos recebem resíduos de construção civil, poda, material volumoso e inservível. Maceió conta com três ecopontos em pleno funcionamento, são eles: Ecoponto Pajuçara, Ecoponto Dique Estrada e Ecoponto Sururu. Além deles, o Ecoponto Mercado está em construção e em breve será entregue.

“Os ecopontos chegaram pra resolver um problema antigo da nossa cidade que são o pontos crônicos de descarte irregular de material volumoso. Hoje, o carroceiro não precisa mais jogar os restos de construção ou qualquer material volumoso pelas calçadas e terrenos baldios”, complementou o prefeito.

 

Fonte: Assessoria