Polícia Civil prende suspeitos de traficar drogas sintéticas

24/02/2018 - 16:11 - Atualizado em 24/02/2018 - 16:31

 

Policiais civis do Grupo de Investigação da Delegacia Geral (GIDG) realizaram uma operação, na noite desta sexta-feira (24), e prenderam três acusados que estavam comercializando drogas sintéticas, em Maceió.

Foram presos Marcos Queiroz da Silva, Aleksander Angeles dos Santos Costa e Lucas Pedro dos Santos Silva.

Na ação foram apreendidos comprimidos de ecstasy,  maconha prensada, três cigarros de maconha, haxixe acondicionada em recipientes plásticos, uma cartela de figurinhas aparentando ser entorpecentes conhecidos popularmente como “doce”; 14 pulseiras para entrada em eventos diversos, uma balança de precisão, sedas, remédio controlados-Rivotril, uma marica (objeto usado para o consumo de drogas), três isqueiros e um notebook.

Um computador também foi apreendido para continuar as investigações porque constava uma conversa do comercio ilegal, e continha fotos do Facebook onde eles faziam a venda, e ofereciam as pessoas entorpecentes.

Após 30 dias de investigações, os agentes do GIDG receberam informações sobre indivíduos traficando na orla da Pajuçara. Diante dos dados, eles localizaram Aleksander traficando no local, e foi apreendido com o mesmo nove comprimidos de ecstasy. Ele ao ser abordado, indicou quem lhe oferecia os entorpecentes.

Diante das informações os agentes foram à residência de Lucas, localizada também na Pajuçara, e no local encontraram ecstasy, maconha haxixe, “doce”, e uma balança de precisão. Com Lucas foi apreendido também um celular onde ele comercializava drogas através do dispositivo Whatsapp, e um computador contendo conversas sobre entorpecentes no aplicativo Facebook.

Através de investigações no bate papo nos programa de telefone e computador, os agentes chegaram até a residência de Marcos, no bairro São Jorge, local onde localizaram mais ecstasy, maconha e haxixe, balança de precisão, e comprimidos de Rivotril.

Após os três terem sido presos, foram conduzidos à Central de Flagrantes II, no Complexo de Delegacias Especializadas (CODE), e autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.