Redação EdiCase
A perda de mobilidade pode atingir diferentes faixas etárias a partir da redução da capacidade de mover articulações ou membros. As causas podem ser distintas, desde o sedentarismo e o envelhecimento até doenças que comprometem os movimentos, como o Parkinson.
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Na visão do ortopedista Dr. João Grangeiro, diretor médico da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), muitos ignoram alguns sinais precoces que surgem no cotidiano, o que permite a evolução do quadro. Segundo ele, a perda pode ser temporária ou permanente e merece atenção redobrada quanto antes.
“Os casos normalmente acontecem de forma lenta, e muitas pessoas acabam adaptando a rotina às limitações sem perceber que elas estão evoluindo. Quanto mais cedo esses sinais são identificados, maiores são as chances de preservar a autonomia e evitar complicações futuras”, explica.
Veja abaixo 7 sinais de que seu corpo pode estar perdendo a mobilidade sem que você perceba!
Não é apenas uma questão de preferência. Dificuldade ou insegurança para subir e descer escadas pode indicar perda de força muscular, equilíbrio e flexibilidade.
Se é preciso apoiar as mãos nos braços da cadeira ou fazer impulso com o corpo para levantar, pode haver redução da força dos membros inferiores.
Tropeços frequentes, sensação de instabilidade ou medo de cair merecem atenção, especialmente em pessoas acima dos 60 anos.
Caminhar pequenas distâncias, carregar compras ou permanecer muito tempo em pé passou a exigir mais esforço do que antes.
Amarrar o tênis, pegar um objeto no chão ou cuidar do jardim já não é tão simples e precisa de uma atenção redobrada.
Quadris, joelhos, tornozelos ou coluna começam a doer após tarefas rotineiras.
Parou de caminhar, praticar esportes, viajar ou brincar com filhos e netos porque sente insegurança ou desconforto.
O Dr. João Grangeiro afirma que o momento de buscar auxílio especializado é quando a limitação começa a interferir na rotina. “Se tarefas simples, como caminhar, subir escadas ou levantar de uma cadeira, passaram a exigir mais esforço ou causar insegurança, é importante procurar uma avaliação para identificar a causa e iniciar o tratamento, se necessário”, conclui.
Por Leonardo Pires
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