Adolescente tem o corpo queimado após resistir a estupro no Recife

Publicado em 01/04/2019, às 09h20
Foto: Diego Nigro/JC Imagem -

Com agências

Uma adolescente teve o corpo queimado após resistir a um estupro na manhã do domingo (31), no bairro da Tamarineira, no Recife. A jovem, que tem 14 anos e é moradora de rua, estava dormindo quando ocorreu o ato. 

LEIA TAMBÉM

Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, ela relatou que pediu permissão ao vigilante de um prédio abandonado para dormir no local. Durante a noite, a adolescente acordou com um homem que tentava lhe estuprar e, ao tentar se desvencilhar empurrando o agressor, ele jogou álcool no corpo dela e ateou fogo. 

A vítima foi socorrida inicialmente na Unidade de Pronto Atendimento da Bomba do Mérito, mas foi levada posteriormente para o Hospital da Restauração.

De acordo com o hospital, a adolescente sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus no tórax e nos braços. O quadro clínico é estável.

Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para apurar o caso e identificar o autor do crime. O agressor será autuado por estupro e tentativa de homícidio. 

Mulher também tem corpo queimado no Ceará

Uma mulher de 43 anos também teve parte do corpo queimada após uma briga com o companheiro na residência do casal, em Capistrano, no Ceará. O crime ocorreu no fim da tarde da última sexta-feira (29).

De acordo com moradores, o casal estava em uma discussão quando o suspeito jogou álcool no corpo dela e ateou fogo. Um vizinho ainda informou que ouviu gritos de socorro da mulher e que o homem já havia se envolvido em confusões com a vizinhança. 

O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Baturité. De acordo com a polícia, um familiar registrou boletim de ocorrência. A mulher se encontra internada em um hospital em Fortaleza.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Bolsonaro apresenta piora da função renal, diz boletim médico Troca de advogado de Vorcaro sinaliza possível delação premiada Polícia fecha centro de treinamento do CV para adolescentes em ilha de área indígena Bolsonaro está estável, mas situação é extremamente grave, diz médico