Agiota usava foto do Senhor Barriga, de 'Chaves', para cobrar clientes

Publicado em 17/03/2026, às 15h04
- Foto: Reprodução

Estado de Minas

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Um homem de 27 anos, identificado como Wahlakison Lucas Mendes Caixeta, conhecido como “Fumaça”, foi preso em flagrante na última quinta-feira (12), no estado de Goiás. De acordo com a Polícia Cilvil, ele era agiota e usava a foto do Senhor Barriga, do seriado mexicano “Chaves”, em seu perfil do WhatsApp para realizar cobranças e intimidar pessoas. Segundo as investigações, ele cobrava valores alegando juros sobre dívidas que, na realidade, não existiam.

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As autoridades também reforçaram que o suspeito utilizava diversas formas de intimidação para forçar o pagamento. Entre elas estavam mensagens constantes, ameaças e o monitoramento da rotina da vítima e de familiares.

Em chamadas de vídeo pelo WhatsApp, ele chegava a exibir armas de fogo para intimidar a pessoa. Em outras ocasiões, enviava vídeos gravados em frente ao portão da casa da vítima para demonstrar que sabia onde ela morava e acompanhava seus deslocamentos. As investigações apontam ainda que o homem chegou a abordar uma vítima em via pública e teria feito ameaças de morte para exigir o pagamento dos valores.

Em chamadas de vídeo pelo WhatsApp, ele chegava a exibir armas de fogo para intimidar a pessoa. Em outras ocasiões, enviava vídeos gravados em frente ao portão da casa da vítima para demonstrar que sabia onde ela morava e acompanhava seus deslocamentos. As investigações apontam ainda que o homem chegou a abordar uma vítima em via pública e teria feito ameaças de morte para exigir o pagamento dos valores.

Durante buscas na casa do suspeito, localizada no bairro Jardim Jockey Clube, os policiais apreenderam um simulacro de pistola do tipo airsoft, um soco inglês e uma máquina de choque. Também foram encontrados diversos bens de alto valor, como televisores modernos, geladeira de inox de três portas, fornos de embutir e uma motocicleta branca.

Segundo a Polícia Civil, Wahlakison já possui condenação por roubo e estava em regime aberto quando foi preso. Devido à reincidência, o delegado responsável solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva.

A polícia divulgou o nome do suspeito para que outras possíveis vítimas possam se identificar e procurar as autoridades. 

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