Alckmin afirma que “há uma divisão no PSDB”

Publicado em 14/07/2017, às 14h29

Redação

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), reconheceu nesta sexta-feira, 14, que há um racha dentro do partido entre os que defendem a permanência do partido no governo e os que defendem o desembarque, com a saída de ministros. “Há que se reconhecer isso (a divisão). Há os que querem ministros no governo e os que pensam diferente”, disse o tucano, que participou de um evento do Sebrae na capital paulista.

LEIA TAMBÉM

Alckmin disse que é necessário buscar uma convergência, mas que a decisão final deve ser tomada apenas durante a reunião da executiva nacional do PSDB, prevista para agosto. “Eu sempre defendi que não deveríamos sair antes da conclusão das reformas” afirmou, quando questionado sobre sua posição pessoal. “A reforma trabalhista está concluída, a reforma da Previdência é o próximo desafio, não é fácil porque é PEC, e a reforma política, que se passar de setembro não existe mais, porque você tem o princípio da anualidade.”

O governador comentou ainda a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na terça-feira. Para ele, a decisão do juiz Sérgio Moro é uma prova de maturidade do Brasil. “Acho que isso mostra que as instituições são maiores que qualquer pessoa”, afirmou.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Câmara aprova regime de urgência para projeto que cria o “imposto do congestionamento” Após denúncia de Rui Palmeira, Câmara de Maceió determina recadastramento de servidores Brasil repete sua segunda pior nota da série histórica em índice global de percepção da corrupção Entidades pedem veto de Lula ao PL dos supersalários na Câmara e no Senado