Flávio Gomes de Barros
“O Brasil precisa reunir esses dois elementos que se afastaram na política: o poder e a autoridade. Hoje, no Brasil, quem tem poder não tem autoridade, porque o poder é concedido por uma norma e a autoridade é concedida por uma biografia que poucos têm para apresentar ao nosso país. Ronaldo Caiado tem essa biografia.”
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Esse é um trecho do pronunciamento do jornalista e ex-ministro Aldo Rebelo, neste domingo, 26, ao participar, em São Paulo, do lançamento oficial da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), ex-senador e ex-governador de Goiás, à Presidência da República.
Uma postura surpreendente, pois Aldo Rebelo, alagoano de Viçosa, está em litígio judicial com seu partido, Democracia Cristã, para ser também candidato a presidente da República – ele diz que vai apresentar seu nome na convenção do DC.
“Você pode ganhar uma eleição num país dividido, mas é difícil governar um país dividido. Eu sei que Caiado tem a capacidade de unir o Brasil em torno do que interessa, que é a volta do crescimento, valorizar o povo brasileiro, o investimento e os investidores, que hoje são criminalizados no Brasil”, disse ainda Rebelo sobre Caiado, segundo o portal “O Antagonista”.
Ele, inclusive, subiu no palanque do presidenciável do PSD e discursou.
A pergunta que fica no ar: o que pretende, realmente, Aldo Rebelo, que além de ter sido ministro em governos do PT foi vereador em São Paulo, algumas vezes deputado federal e até presidente da Câmara?
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