Amado Batista critica colegas artistas e defende Bolsonaro

Publicado em 01/02/2017, às 10h53

Redação

Em uma entrevista para a Rádio Cultura AM, de Campo Grande, o cantor Amado Batista falou sobre política e corrupção no Brasil. Aos 65 anos, Amado Batista é um dos mais famosos e bem sucedidos músicos brasileiros, com músicas conhecidas como Princesa e Meu Ex Amor.

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Durante a entrevista, Batista fez duras críticas a artistas do seu meio, como Chico Buarque, Jô Soares, Ivete Sangalo e Cláudia leite por captarem recursos da Lei Rouanet. Segundo ele, não houve a necessidade de receberem incentivo financeiro da lei federal de incentivo à cultura.

Ainda na mesma entrevista, o cantor disse apoiar o deputado federal e pré-candidato à presidência em 2018, Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ).

Batista disse que o Brasil precisa de um presidente de "pulso firme" e que tenha credibilidade, além de ser um homem do povo, "uma pessoa como nós". Exemplificando estas características, o cantor citou Jair Bolsonaro.

Ainda, ele disse que não basta votar no parlamentar, mas também naqueles que o apoiam e disse ter certeza de que, se Bolsonaro for eleito presidente, não será um governo corrupto.

Quanto à corrupção, Amado Batista disse ser o principal problema do Brasil e que, do ponto de vista econômico, o país vai bem. Ele comparou a atual inflação com a da época do governo Sarney, em 1985-1990, e disse que, sem dúvidas, poderíamos estar muito pior.

Batista estimou que 90% dos políticos brasileiros estejam envolvidos com esquemas de corrupção e que o motivo pelo qual o Brasil não consegue superar este problema é pelo fato de que os próprios políticos criam leis para garantir a sua impunidade.

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