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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na terça-feira (20), a apreensão de lotes de diferentes marcas de tirzepatida e de todas as marcas de retatrutida vendidas irregularmente no país.
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Na resolução, publicada no Diário Oficial, o órgão também proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos produtos, que não possuem registro no Brasil.
Produtos proibidos
Em relação à tirzepatida, os produtos cujo recolhimento foi determinado pela Anvisa pertencem às marcas Synedica e TG. Medicamentos com essas marcas nunca tinham sido autorizados pela agência, mas a nova ação de fiscalização foi determinada após a comprovação de publicidade irregular dessas canetas.
O mesmo aconteceu com produtos vendidos sob a alegação de conter o princípio ativo retatrutida. Neste caso, a Anvisa determinou o recolhimento de lotes de todas as marcas à venda no país, já que o fármaco ainda não está regulamentado no Brasil.
Em todos os casos, a vigilância sanitária entende que os produtos são “fabricados por empresa desconhecida”. Os lotes irregulares vinham sendo vendidos por perfis no Instagram identificados como @tirzepatida.oficial, @albertotirzepatida e @retatrutida1.
Quais produtos de tirzepatida e retatrutida são liberados no Brasil?
No Brasil, o único medicamento à base de tirzepatida que pode ser comercializado legalmente é o Mounjaro, fabricado pela Eli Lilly. Nenhum outro produto que diz conter o princípio ativo tem seu uso aprovado pela Anvisa.
Já a retatrutida, uma molécula que vem causando grande expectativa no mercado com promessas de ser mais eficiente do que o Mounjaro para a perda de peso, ainda não está liberada para a venda em nenhum país do mundo.
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