Após determinar prisão de Mauro Cid, Moraes revoga pedido; PF vai ouvi-lo

Publicado em 13/06/2025, às 10h26
- Reprodução/TV Justiça

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O ministro do STF Alexandre de Moraes decretou a prisão do tenente-coronel Mauro Cid, mas revogou o pedido logo em seguida. O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será ouvido pela PF ainda hoje.

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O que aconteceu

A Corte solicitou a prisão de Cid, mas o pedido foi revogado logo em seguida. Cid estava sendo conduzido para o batalhão do Exército para prisão quando o pedido foi revogado, segundo a defesa do tenente-coronel, que diz que ele não chegou, efetivamente, a ser preso.

A determinação seria no inquérito que investiga a tentativa do ex-ministro do Turismo Gilson Machado de tentar obter um passaporte português para Cid. A PF interpretou a tentativa como tentativa de fugir do país e atrapalhar o andamento do inquérito da trama golpista, em curso no STF. O ex-ministro Machado foi preso hoje, na casa dele em Recife.

Cid admitiu que solicitou cidadania portuguesa em 2023, mas que não tinha conhecimento da iniciativa de Gilson Machado. Ao STF, a defesa de Cid disse que o pedido foi em 11 de janeiro de 2023 —logo depois dos atos golpistas de 8 de janeiro. Segundo o advogado Cesar Bittencourt, o pedido foi feito "única e exclusivamente" porque a esposa e filhas de Cid já têm a cidadania. 

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