Após polêmica envolvendo secretária, centro de reabilitação retoma atendimentos

Publicado em 18/10/2017, às 21h24

Redação

Após dois dias de suspensão, supostamente por ordem da secretária do Esporte, Lazer e Juventude, Claudia Petuba, os atendimentos no Centro Especializado em Fisioterapia e Reabilitação Esportiva (Cefire), localizado dentro do Estádio Rei Pelé, serão retomados nesta quinta-feira (19).

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Uma reunião, na Reitoria da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), na tarde desta quarta (18), discutiu pontos para utilização do espaço com representantes da Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude (Selaj).

Participaram do encontro a reitora da Uncisal, Rozangela Wyszormiska, o vice-reitor, Paulo Medeiros, a direção do Centro Especializado em Reabilitação, professores, universitários, a secretária Cláudia Petuba e assessores da Selaj.

Na oportunidade, a reitora Rozangela Wyszormiska recebeu a garantia da secretária Cláudia Petuba de que professores, estudantes, usuários dos serviços e terceirizados que atuam nas áreas de vigilância e serviços gerais terão acesso ao local. O espaço é usado como campo de atuação para estudantes do curso de Fisioterapia, sendo de extrema importância para a formação acadêmica, e beneficia diretamente a população.

A reitora lembrou que existe um contrato de cessão por parte do governo do Estado que garante à universidade a gestão do Centro pelo período de 20 anos e se colocou à disposição da Selaj para solucionar eventuais pendências existentes. Rozangela Wyszormiska ressaltou que o Centro deve ser utilizado para a reabilitação de atletas.

“O Centro foi criado com a proposta de servir como base de treinamento para a seleção de Gana durante a Copa do Mundo do Brasil. Após esse período, foi firmado um termo de cessão e a Uncisal passou a ser a gestora do espaço. Atualmente, o local é usado como área de atuação para estudantes e centro de recuperação para atletas”, informou.

Como medidas iniciais, Rozangela Wyszormiska solicitou que a Selaj encaminhe eventuais queixas de atletas e federações que não conseguiram atendimento no Centro, além de determinar a verificação de eventuais divergências em normas que regulamentam o uso do espaço e a correção de problemas estruturais que impedem a ampliação do uso do local.

“A Uncisal sanou problemas estruturais específicos, mas esbarra em questões burocráticas que impedem a solução dessas pendências”, concluiu.

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