As sondagens, nem sempre corretas, das pesquisas eleitorais

Publicado em 27/07/2022, às 07h14

Redação

Em meio à temporada de convenções partidárias, os institutos intensificam as pesquisas eleitorais.

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Tem pesquisa para todo gosto.

Algumas até capazes de levar líderes partidários à premonição, com argumentos do tipo “esperem só o resultado da pesquisa de tal instituto…” Como se já soubessem por antecipação o resultado a ser anunciado.

A verdade é que pesquisa eleitoral virou um grande negócio, principalmente para as empresas que as fazem, pelo poder que têm de induzir o cidadão a votar (ou não votar) em determinados candidatos.

Há uma tendência natural de o eleitor votar naqueles candidatos que têm boa posição nas pesquisas, “para não perder meu voto” – alegação bastante comum.

Mas há quem defenda restrições à divulgação de pesquisas, evitando avaliações às vésperas do dia da eleição, para evitar que esse tipo de sondagem influencie a vontade do cidadão.

Aqui em Alagoas mesmo há casos famosos, conhecidos nos bastidores, de pesquisas encomendadas ao gosto de quem as contrata.

Um desses casos dá conta de que num passado recente famoso instituto, conhecido nacionalmente, procurou um candidato a governador oferecendo-se para colocá-lo à frente do adversário em quatro pesquisas, nos quatro meses anteriores à data da eleição. Em troca, exigia boa compensação financeira ao seu instituto.

Ainda teve a petulância de dizer ao candidato: “Mas a última pesquisa, que vai ser divulgada dois dias antes da eleição, tem de refletir a realidade do momento. Afinal, não podemos perder a credibilidade.”

Como se alguém que propõe uma fraude tivesse alguma credibilidade…

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