Assista: "Não matei, não faço a mínima e nem me interessa"

Publicado em 28/07/2016, às 12h54

Redação

Apresentado hoje depois de ser deportado da Venezuela, Genilson Ferreira Silva, 39 anos, apontado como assassino da operadora de caixa de um supermercado na cidade de Penedo, negou a autoria do assassinato. Claudinete Catum foi morta por diversos disparos de arma de fogo, em fevereiro.

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Em entrevista à imprensa, após a coletiva de apresentação pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira, 28, Genilson inicialmente disse que "só falaria em juízo", mas negou o homicídio em seguida, e disse que apenas "ficou" com a vítima durante 30 dias, "coisa rápida".  Além de negar a autoria, Genilson alegou não saber quem teria matado Claudinete.

"Nada a declarar. Só em juízo eu falo. Não tenho ninguém, nem ela nunca foi minha companheira. Fiquei com ela trinta dias, coisa rápida. Não matei ninguém, estou como suspeito", afirmou Genilson, citando um suposto "grupo de extermínio" que atuaria em Penedo, o que teria motivado sua fuga.

Sobre o rompimento do relacionamento, apontado pela polícia como motivação para o crime, ele diz ter sido uma separação tranquila. "Fiquei [desapontado], mas ela tocou a vida dela e eu toquei a minha", afirmou. "Não sei quem matou, nem faço a mínima [ideia] e nem tampouco me interessa", concluiu.

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