Terra
O ator Peter Brandão, de 31 anos, que ganhou notoriedade como Pilha em Malhação (2012), fez um desabafo sobre saúde mental em seu perfil no Instagram. Tudo começou quando o ator compartilhou uma foto em prantos, acompanhada da legenda: “Eu não sei mais”.
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No campo de comentários, anônimos e famosos prestaram apoio. “❤️❤️❤️❤️ Confia”, escreveu a atriz Roberta Rodrigues. “Deus no controle, irmão! ❤️”, comentou Faiska Alves. “Deus no controle, irmão ❤️”, escreveu Fumassa Alves.
Logo depois, Peter Brandão publicou um texto sobre o quão desafiador tem sido lidar com a depressão.
“Às vezes, a depressão não aparece no rosto. Ela se esconde atrás de sorrisos, conversas e uma rotina que parece normal. E, por dentro, é uma batalha silenciosa que ninguém vê”, escreveu ele, que também agradeceu o apoio recebido de fãs e amigos.
Ele ainda aproveitou a oportunidade para rebater comentários maldosos envolvendo seu diagnóstico. Um usuário, por exemplo, escreveu: “Tenho preconceito com quem se fotografa ou se filma chorando”.
Peter respondeu: “Depressão não é frescura, é uma doença séria. Ela vai além da tristeza. É cansaço constante, falta de ânimo e, às vezes, uma dor difícil de explicar. Nem sempre dá para ver. Muitas pessoas guerreiam em silêncio. Tenha empatia, escute, acolha e seja uma boa pessoa. Como eu li em diversos comentários, eu não estou sozinho”.
Quem é Peter Brandão
Peter Brandão ganhou notoriedade por atuar em projetos da Globo. Ele começou no universo artístico ainda criança, ao participar do Gente Inocente, comandado por Márcio Garcia. Seu trabalho de maior destaque foi em Malhação, quando interpretou o personagem Pilha, na mesma temporada de Alice Wegmann e Agatha Moreira. Rodrigo Simas, Juliana Paiva e David Lucas também integraram o elenco.
Além de Malhação, o ator participou de outros projetos, como Babilônia, Impuros e Tô de Graça: O Filme.
A depressão é uma doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os principais sintomas estão tristeza profunda e desânimo persistente. O diagnóstico e o tratamento recomendados incluem acompanhamento psicológico e psiquiátrico, podendo haver ou não uso de medicação.
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