Flávio Gomes de Barros
Mais quatro entidades da economia alagoana aderiram ao manifesto de outras oito entidades do setor produtivo do Estado contrárias às propostas, em tramitação no Congresso Nacional, visando a redução da jornada semanal de trabalho.
LEIA TAMBÉM
O movimento passou a contar com o apoio da Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA), Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel-AL) e Maceió Convention & Visitors Bureau.
O manifesto é subscrito por organizações empresariais que defendem, acima de tudo, que haja um debate conduzido de forma equilibrada sobre a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e o fim da escala 6×1, levando em conta a situação da economia brasileira e os impactos sobre o mercado de trabalho.
O Brasil ocupa a 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho e a estudos que a redução da jornada pode elevar significativamente os custos das empresas.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) prevê que isso pode gerar impacto de até R$ 267,2 bilhões por ano nas folhas de pagamento das empresas - em Alagoas, a estimativa é de aumento de custos entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão.
LEIA MAIS
Opinião: "Toffoli e Moraes deveriam se explicar ou se afastar do STF" Martelo batido: JHC será candidato a governador A razão de o secretário da Saúde ter voltado ao cargo A nova opção energética da Braskem