Baixa qualidade de fraldas geriátricas atrasa fornecimento para pacientes

Publicado em 26/10/2015, às 13h51
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Redação

Baixa qualidade de fraldas geriátricas atrasa fornecimento para pacientes (Crédito: Reprodução internet)

A falta de qualidade dos produtos oferecidos ao serviço público tem prejudicado o fornecimento de insumos por parte da Prefeitura de Maceió à população. A situação pode ser constatada na área da Saúde. Segundo a prefeitura, oito empresas fornecedoras de fraldas geriátricas que venceram a licitação foram descredenciadas do processo, por conta da baixa qualidade dos materiais fornecidos ao município.

O problema, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), tem acarretado o sucessivo desabastecimento da rede há pelos menos quatro meses. Segundo a SMS, a nona colocada foi acionada para assumir o fornecimento e apresentou material de qualidade compatível com as exigências do contrato.


Entre os problemas detectados anteriormente estão a falta de aderência e os constantes vazamentos. “Vimos diversos problemas durante os testes. Dessa maneira, precisamos refazê-los com cada nova empresa até encontrar uma que se adequasse”, explicou Venício Rocha, coordenador de Farmácia e Bioquímica da SMS.



Segundo Rocha, uma nova empresa apresentou fraldas de qualidade, com testes feitos em abrigos do município. O coordenador esclareceu que a SMS aguarda a entrega da documentação para que seja feita a habilitação da empresa no contrato, a ser executado pela Secretaria Municipal de Finanças.



“É um problema sem precedentes e que tem causado um grande prejuízo aos pacientes cadastrados na Central de Abastecimento Farmacêutico de Maceió (CAF), bem como o envio do material para os postos de saúde do município. Mas temos a obrigação de corrigir essas falhas contratuais, uma vez que não podemos aceitar qualquer insumo de qualidade inferior a estabelecida no contrato”, enfatizou Rocha.



Questionado sobre se mesmo com a baixa qualidade, as fraldas não poderiam ser distribuídas até a chegada dos lotes adequados, o coordenador da CAF foi enfático. “Temos trabalhado com a maior velocidade possível, mas ter oito empresas inadequadas é realmente um grande entrave para o poder público e principalmente para a sociedade”, finalizou.


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