BBB26: Ex-Riscado! Saiba por que Aline Campos mudou de nome

Publicado em 17/01/2026, às 22h29
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Aline Campos, que está confinada no BBB26, chamou a atenção do público por utilizar um novo sobrenome após anos fazendo sucesso como Aline Riscado. A mudança de nome, apesar de brusca, não é aleatória: ela se livrou do sobrenome do ex-marido, Rodrigo Riscado.

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Apesar das especulações, a alteração é um direito legal e não envolve qualquer irregularidade.

Segundo a advogada Silvana Campos, especialista em direito de família, a legislação brasileira é clara ao permitir essa escolha.

"O Código Civil estabelece que, após a dissolução do casamento, a pessoa que adotou o sobrenome do cônjuge pode optar por mantê-lo ou retirá-lo, de forma livre, desde que não haja prejuízo à identificação ou à boa-fé."

Na prática, isso significa que ninguém é obrigado a carregar o sobrenome do ex-parceiro após o fim do vínculo conjugal. A decisão está diretamente ligada à identidade pessoal, história de vida e posicionamento social ou profissional que a pessoa deseja assumir dali em diante.

Mudança é um direito

No caso de Aline, ao deixar o sobrenome adquirido no casamento e voltar a usar Campos, ela apenas exerceu um direito previsto em lei. A alteração costuma ser feita já no processo de divórcio, com a atualização dos documentos oficiais, mas também pode ser solicitada posteriormente.

"Mesmo quando a mudança não acontece imediatamente, ainda é possível pedir a retificação por via administrativa ou judicial, dependendo do caso", explica a advogada.

Silvana Campos também ressalta um ponto importante:

"A retirada do sobrenome do ex-cônjuge não afeta direitos patrimoniais, pensão, guarda de filhos ou qualquer outro efeito jurídico do casamento."

Ou seja, trata-se apenas de uma atualização do nome civil, sem impacto nas obrigações legais já estabelecidas entre o ex-casal.

Identidade e autonomia após o divórcio

Especialistas explicam que, cada vez mais, homens e mulheres optam por rever o nome após o divórcio como parte de um processo simbólico de encerramento e reconstrução pessoal. A escolha não precisa ser justificada judicialmente e não carrega julgamento legal, é, acima de tudo, uma decisão individual.

No caso de Aline Campos, a mudança reflete uma reorganização de identidade após o fim do casamento, algo comum e plenamente amparado pela lei brasileira.

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