Flávio Gomes de Barros
No dia 24 de agosto expira o prazo conseguido pela Braskem para evitar ações dos seus credores e, em meio a propostas para a reestruturação das dívidas para evitar a recuperação judicial, surgiu por parte de bancos credores a possiblidade de um empréstimo de US$ 700 milhões.
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Em contrapartida, a petroquímica teria duas opções: dar em garantia todos os seus ativos conversão da dívida em ações no futuro - nenhma das alternativas teria sido aceita pela empresa.
Existe, na verdade, o entendimento, de que a Braskem precisa de de carência no pagamento dos compromissos de sua dívida e não necessariamente, de dinheiro novo neste momento - companhia entende que os empréstimos oferecidos beneficiaria apenas os credores.
O que a gestão entende é que o ideal seria obter um prazo de cinco anos de carência no pagamento e aumentar o uso de gás como matéria-prima em substituição à nafta, além de ampliar a produção de plástico verde.
Os credores defendem que a Braskem não será viável sem dinheiro novo, segundo informa o "Estadão".
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