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Catherine Wieland alegou que suas crises de ansiedade eram tão incapacitantes que ela não conseguia trabalhar e realizar tarefas simples do dia a dia, como cozinhar e tomar banho. Como resultado, a moradora de Goring-by-Sea (Inglaterra), de 33 anos, recebeu um auxílio do governo, totalizando o equivalente a R$ 165 mil.
Porém o Departamento de Trabalho e Pensões do Reino Unido manteve Catherine sob vigilância. E a sua mentira acabou descoberta. A britânica foi flagrada curtindo a vida como se nada pudesse impedi-la. Numa das viagens, ao México, Catherine surfou e praticou tirolesa num resort de luxo, a quase 8 mil quilômetros de casa.
A golpista também foi ao parque de diversões Thorpe Park, no Reino Unido, pelo menos três vezes, marcou 76 sessões em salões de beleza e visitou pelo menos 60 pubs, clubes e restaurantes, segundo reportagem no jornal "The Independent".
Mesmo após a viagem ao México, Catherine entrou com um pedido de aumento da pensão alegando que as crises de ansiedade haviam piorado.
Denunciada, a britânica se defendeu: "Eu não sabia que não podia sair de casa."
Na quinta-feira (26), Catherine foi sentenciada a 28 semanas de prisão, pena suspensa por 18 meses (equivalente na Justiça britânica à liberdade condicional). Ela também terá que devolver os R$ 165 mil.
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