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Bruna Marquezine não está para brincadeira quando o assunto é sua privacidade. Depois de ser fotografada dentro de sua casa no Rio de Janeiro com Shawn Mendes, o que gerou revolta em fãs e amigos, a atriz agiu e, agora, busca resolver a situação incômoda na Justiça.
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De acordo com informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, Bruna Marquezine resolveu levar o caso à Justiça após tentar resolvê-lo de forma extrajudicial. Desta forma, a atriz abriu um processo contra a agência AGNews e o fotógrafo Dilson Santos, alegando invasão de privacidade.
Bruna Marquezine pede R$ 40 mil por imagens feitas com drone
No processo, Bruna Marquezine alega que as imagens foram captadas com um drone, que a fotografou junto de Shawn Mendes em um ambiente privado de sua residência, o que, segundo a defesa, configuraria uma captação invasiva e ilegal de um espaço reservado.
Segundo os autos do processo, divulgados pelo jornalista, Bruna, vista frequentemente com Shawn Mendes tomando café da manhã na praia, pede uma indenização de R$ 40 mil, além da proibição da divulgação e comercialização das fotografias.
Notificação extrajudicial antecedeu o processo
Antes de recorrer ao Judiciário, a atriz enviou uma notificação extrajudicial a portais e páginas que reproduziram as imagens, solicitando a retirada do conteúdo. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Leo Dias durante o programa 'Melhor da Tarde', o documento determinava a remoção das fotografias em até 12 horas, sob pena de adoção de medidas judiciais.
Ainda conforme o colunista, as imagens não teriam sido feitas em uma área aberta do imóvel, como varanda ou sacada, mas no interior do apartamento: "Foi uma grande invasão de privacidade. A foto não foi feita na rua, ela estava dentro da sala. Subiram um drone que se aproximou e fez fotos dos dois se agarrando", afirmou.
O caso provocou revolta entre pessoas próximas de Bruna Marquezine. João Lucas, marido de Sasha Meneghel, usou as redes sociais para comentar o episódio e classificou o flagrante como "proibido" e "um absurdo".
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