Eberth Lins
Começou na manhã desta terça-feira (17), em Arapiraca, o julgamento de Joyce Silva Soares e Meydson Alysson Alves da Silva Leão, mãe e padrasto do menino Dyllan Taylor Soares, encontrado morto com sinais de agressão. À época do crime, em janeiro de 2016, a criança tinha apenas três anos.
LEIA TAMBÉM
De acordo com a acusação, o padrasto confessou ter agredido o menino, e a mãe também teria participado das sessões de espancamento.
A previsão de encerramento do julgamento é entre 14h e 15h, segundo o promotor de Justiça Ivaldo Silva, responsável pela denúncia.
O laudo cadavérico apontou que a criança apresentava vários coágulos na cabeça, além de hematomas em diversas partes do corpo, principalmente na região do abdômen. Para o Ministério Público, há elementos suficientes que indicam que Dyllan foi espancado no dia da morte.
“Há provas de que o Dyllan foi espancado pela Joyce e pelo Meydson no dia do crime. Então, o Ministério Público está convencido da autoria do assassinato”, afirmou o promotor à época da denúncia.
Inicialmente, tanto a mãe quanto o padrasto negaram participação no crime nos depoimentos prestados à polícia. Joyce chegou a ser detida, mas foi liberada após ser ouvida. Posteriormente, já preso, Meydson confessou que a criança era agredida com frequência e relatou episódios de violência até o dia da morte.
Os dois foram presos e chegaram a obter liberdade provisória em outubro de 2017.
LEIA MAIS