Chave de pousada: polícia dá detalhes sobre suspeitos em morte de empresário em Arapiraca

Publicado em 18/06/2026, às 14h31
O empresário Marcos Aparecido Ribeiro - Reprodução / Redes sociais

TNH1 com PC-AL

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A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) divulgou informações sobre as primeiras diligências realizadas em relação ao homicídio do empresário Marcos Aparecido Ribeiro, conhecido como "Marquinhos", ocorrido na quinta-feira (17), em Arapiraca, no Agreste do estado.

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Segundo informações da Polícia Militar, o empresário estava como cliente de um espetinho quando foi surpreendido por dois criminosos. Marcos foi baleado e depois socorrido pela equipe médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas teve o óbito constatado ao dar entrada no Hospital de Emergência do Agreste.

Um policial militar do estado da Bahia, que estava com Marcos, reagiu e atirou contra o assassino, que morreu no local. O comparsa conseguiu fugir de moto.

A PC disse que o suspeito, que morreu, portava documentos falsos em nome de outra pessoa. No entanto, durante as diligências preliminares, os agentes verificaram inconsistências nas informações apresentadas e confirmaram que o nome apresentado na identidade falsa era de um cidadão do município de Batalha. Ele se apresentou ao CISP do município e comprovou a documentação verdadeira.

A chave de uma pousada, que fica localizada no município de Girau do Ponciano, foi encontrada com o suspeito morto.

"Conseguimos obter, através de análise do celular da vítima, informações relacionadas à família. O indivíduo (Marcos) morava em São Paulo, mas tem raízes em Alagoas, especialmente em Girau do Ponciano e Traipu. Com isso, conseguimos avançar nessas primeiras diligências", afirmou o delegado Estácio Lima Netto.

Uma arma de calibre 38 usada na execução do empresário foi apreendida e apresentada em delegacia. O suspeito foi morto pelo policial militar da Bahia com tiros de pistola calibre 9 milímetros.

"A PC encontrou no local um PM do estado da Bahia, que estava junto com a vítima, o Marcos Ribeiro. Ao ver os disparos efetuados direcionados ao Marcos, esse policial militar reagiu em legítima defesa. Ele estava portando sua arma pessoal, não era a arma funcional. Reagiu e alvejou o assassino do Marcos", detalhou o delegado.

A Polícia Civil, por meio da Unidade de Atendimento ao Local de Crime 3 (UALC3), segue investigando o caso. O delegado citou que trabalha com duas possíveis identificações para o suspeito que utilizava documentação falsa. Imagens de câmeras de segurança instaladas na região também estão sendo apuradas.

Qualquer informação pode ser passada para as autoridades através do número 181, do Disque Denúncia. As pessoas participam de forma anônima, sem custos com a ligação. O sigilo é garantido.

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