Cientistas cancelam folga de Natal e Ano Novo para estudar o vírus zika

Publicado em 26/12/2015, às 21h37

Redação

Cerca de 160 cientistas da rede de pesquisa montada em São Paulo para pesquisa do vírus zika vão passar o recesso de Natal e Ano Novo trabalhando para estudar mais sobre a doença.

LEIA TAMBÉM

Na última terça, o Instituto de Ciências Biomédicas da USP já tinha conseguido manter culturas do vírus em células, prática necessária para uso em experimentos e para diagnósticos por DNA. As primeiras fêmeas de camundongo grávidas foram infectadas na véspera de Natal para um estudo que busca mostrar como o zika pode estar causando casos de microcefalia.

A expectativa é que, dentro de pouco mais de um mês, já exista um exame para diagnosticar o zika por sorologia, um exame mais prático, barato e versátil que o de DNA.

Os projetos procuram explicar como o zika causa microcefalia, os efeitos do zika no sistema nervoso, identificar fraquezas no DNA do Aedes para combatê-lo, desenvolver meios alternativos contra o mosquito, como a bactéria que produz inseticida, entender a interação das doenças transmitidas pelo Aedes e mapear o vírus em São Paulo.


Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Usar palito de dente parece inofensivo, mas pode prejudicar a gengiva; entenda Vagas abertas - Fisioterapia em piscina aquecida oferece benefícios à comunidade de forma gratuita na Estácio Vítimas de picada de cobra podem sofrer AVC mesmo após receber soro AGU derruba 18 grupos no Telegram após descoberta de esquema com documentos falsos