Redação
A Polícia Civil (PC) informou, por meio de nota à imprensa, na manhã desta sexta-feira (13), que o inquérito policial que apura a morte da esteticista Cláudia Pollyanne Farias de Sant'Anna, 41 anos, já foi concluído e enviado ao Poder Judiciário, com relatório final com os laudos técnicos enviados pelo Instituto de Criminalística.
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A Justiça havia determinado o retorno do inquérito à Polícia Civil após o Ministério Público do Estado apontar que ele precisava de elementos fundamentais e laudos técnicos para o prosseguimento da ação penal. A PC tinha um prazo de 15 dias para suprir as omissões apontadas pelo órgão ministerial.
"A Polícia Civil preza pela transparência e a responsabilidade na divulgação de informações oficiais, que são repassadas exclusivamente por meio dos canais oficiais da instituição", disse a Polícia Civil por meio de nota.
O caso
Cláudia Pollyane morreu no último dia 9 de agosto, depois de internação em clínica de reabilitação para dependentes químicos em Marechal Deodoro. Um boletim de ocorrência foi registrado após a família e os amigos serem informados, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, que o corpo estava com hematomas e sinais de violência.
Depois das denúncias e a confirmação das irregularidades, a clínica foi interditada pelas autoridades e o dono dela, Maurício Anchieta de Souza, foi indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
O caso havia sido dado como concluído pela Polícia Civil em dezembro de 2025. Mas, para o Ministério Público, o inquérito enviado apresentava lacunas que inviabilizavam o oferecimento de uma denúncia consistente.
Um prazo de 15 dias foi determinado para a polícia suprir as omissões apontadas pelo órgão ministerial, com o objetivo de anexar os laudos requisitados e fornecer as informações complementares necessárias para esclarecer as circunstâncias da morte.
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