Com um gol nos últimos cinco jogos, CRB liga alerta para o hexagonal

Publicado em 27/03/2017, às 16h17

Redação

O final da primeira fase do Campeonato Alagoano e o empate sem gols com o CSA no último domingo (26), no Estádio Rei Pelé, marcaram o quarto jogo consecutivo do CRB em que o ataque não funciona.

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Após o clássico, o zagueiro Gabriel, capitão da equipe, analisou a seca de gols do time regatiano. 

"Isso acho que ficou bem nítido. Nos dois últimos jogos não podemos isentar a vontade, a parte de criar as situações de gol. Algumas faltou um pouco mais de capricho, mas, na maioria, os goleiros foram felizes nas defesas. Mais uma vez, acho que o CRB merecia ter saído com um resultado positivo, foi uma equipe mais aguerrida, jogou com volume maior em cima do adversário"

O Galo teve pelo menos quatro chances claras de gol contra o Azulão. Maílson, Marcos Martins, Clebinho e Danilo Pires pararam no goleiro Mota. O zagueiro Flávio Boaventura também criou oportunidade em cruzamento de escanteio, mas também teve o arremate defendido pelo arqueiro rival. 

Sequência em branco

Das cinco partidas disputadas em março, o Galo só balançou as redes adversárias uma única vez. Foi no dia 5 de março, na vitória sobre o ASA, no Rei Pelé, pela oitava rodada do Estadual. Elias, de pênalti, anotou o gol.

Pela Copa do Nordeste, o Regatas perdeu para o CSA por 1 a 0, dia 11, no Trapichão. Na volta ao Alagoano, o empate sem gols com o Santa Rita dia 19, em Boca da Mata. Na decisão com o Itabaiana, dia 22, no Rei Pelé, os homens de frente do CRB não superaram o goleiro Genivaldo, ficaram novamente no 0 a 0 e viram a vaga ficar com o time sergipano. 


(Foto: Pei Fon / Portal TNH1)

O Alvirrubro não faz um gol há 360 minutos, fora os acréscimos dos confrontos. A pressão é grande e o técnico Léo Condé tem modificado o setor em busca de uma solução, mas sem sucesso. Sérgio Mota, por exemplo, deixou o time para a entrada de Chico. Neto Baiano também não está bem na fita e perdeu a vaga na equipe titular para Elias. Opções no banco de reservas, Clebinho, João Paulo Penha e Maxwell estão em baixo e ainda não engrenaram na temporada.  

Sem previsão para contratações, a diretoria não deve inscrever reforços para a reta final do Alagoano. A comissão técnica vai precisar resolver o problema ofensivo com o que tem à disposição no elenco.

Defesa 

Se por um lado o ataque não vai bem, a defesa tem se mostrado sólida neste ano. A meta regatiana foi vazada apenas quatro vezes na primeira fase do Estadual. Em março, nas duas competições, a situação é semelhante a do ataque: só um gol sofrido nos cinco jogos. 


(Foto: Pei Fon / Portal TNH1)

O grande desafio de Léo Condé no hexagonal é manter a segurança da defesa e fazer o ataque funcionar. O primeiro jogo na segunda fase é contra o Murici, nesta quinta-feira (30), às 20h30, no Estádio Rei Pelé. O Portal TNH1 e a Rádio Pajuçara FM Maceió 103,7 acompanham o duelo. 

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