Com volta da ‘Lei do Bem’, preços de smartphones continuam em queda

Publicado em 28/09/2016, às 23h21

Redação

O aplicativo de comparação de preços Zoom divulgou um levantamento que aponta que volta da Lei do Bem continua a reduzir o preço de dispositivos eletrônicos como smartphones e tablets, sendo que essa última categoria lidera a queda.

LEIA TAMBÉM

De acordo com o documento, os preços dos dispositivos eletrônicos permanecem em queda, ainda que a volta da Lei do Bem - que prevê a isenção de impostos PIS/Pasep e Cofins para smartphones e tablets que custam até R$ 1.500 – tenha ocorrido no primeiro semestre.

Na categoria dos  smartphones, a média da queda de preços foi de 6%. Entre os modelos analisados no levantamento do Zoom, o destaque é para o  LG K10 de 16GB (K430TV),cujo valor caiu 13%. Porém, outros dispositivos, como o Samsung Galaxy S6 de 32GB (G920) e o Asus ZenFone Go de 8 GB (ZB452KG), também apresentaram queda expressiva: 11%.

A pesquisa afirma que os tablets apresentam a maior baixa, já que caíram, em média, cerca de 12% desde julho até setembro. Nesta categoria, o produto com maior redução é o tablet Multilaser Kid Pad de 8GB (NB194), cujo preço foi diminuiu em 18%.

“Nessa nova edição do levantamento, vemos uma queda menor nos preços porque é preciso lembrar que o impacto maior foi logo após a volta do incentivo fiscal. No entanto, é importante considerar que há uma queda contínua nos preços dos eletrônicos”, explica Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

Para o estudo, o Zoom monitorou os vinte produtos mais buscados das categorias smartphones, tablets, laptops e desktops, entre 03 de julho e 18 de setembro. O último levantamento, feito em junho de 2016, apontou os smartphones como os produtos mais impactados, com uma queda de preço de 8%. Já os PCs e desktops apresentavam queda de 7% e, por fim, os tablets tinham caído 6%.

Vale reforçar que os levantamentos do Zoom consideram a média do menor preço praticado por esses produtos ao longo do mês e que os valores podem sofrer alterações, já que a busca é dinâmica e acompanha a variação de preços dos próprios varejistas.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Por que os custos da morte também devem entrar na conta do mês Cesta básica ficou mais cara em apenas duas capitais; Maceió é uma delas Isenção da “taxa das blusinhas” em compras até US$ 50 é sancionada Novas regras da CNH geram economia de R$ 9,6 bilhões a motoristas em oito meses, diz governo