Comércio adere à Semana Brasil para aquecer vendas

Publicado em 24/08/2020, às 17h07
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Ascom Fecomércio

A segunda edição da Semana do Brasil, evento que acontece de 3 a 13 de setembro, vai reunir todo o comércio e o varejo do País para celebrar a retomada da economia e dos empregos, com segurança para o consumidor. A expectativa é que a ação aqueça as vendas, principalmente em razão da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. A iniciativa é da Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações (Secom), conta com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e está sendo coordenada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).

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Em Alagoas, a Semana é apoiada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL). O presidente da entidade, Gilton Lima, fala da expectativa para a primeira campanha nacional do varejo após a reabertura do comércio. “Esperamos que o período seja de estímulo à economia, reconduzindo nosso comércio ao crescimento, pois, quando o comércio se desenvolve, novos postos de trabalho surgem, gerando emprego e renda numa cadeia positiva”, avalia.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o evento também se traduz em uma oportunidade “para demonstrar a representatividade institucional do Sistema Comércio regional aos empresários”.

As empresas interessadas em aderirem ao movimento devem se cadastrar no site da campanha (http://semanadobrasil.com/), realizando a ambientação dos espaços físicos e virtuais com a marca do evento que, para 2020, tem como tema “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”. Os consumidores também podem se cadastrar para receberem, gratuitamente, ofertas, promoções e descontos.

Desempenho

Na primeira edição, ano passado, 14 mil empresas participaram da campanha e, segundo dados da Ebit/Nielsen divulgados pela Secom, as vendas online cresceram 41% durante a Semana Brasil em relação ao mesmo período de 2018. As vendas no varejo registraram crescimento nominal de 11,3% no mesmo período, segundo levantamento da Cielo. A expectativa do governo é de que o evento em 2020 traga resultados ainda melhores para a economia.

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