Redação
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Jornalista Carlos Graieb, em artigo publicado na revista “Crusoé” e sintetizado no portal “O Antagonista”:
“Trinta e sete dias depois da realização do primeiro turno e nove dias depois do término das eleições, o Ministério da Defesa pariu um rato ao divulgar, nesta quarta-feira, seu relatório de fiscalização da votação, sem nenhuma menção a fraudes ou qualquer outra ocorrência que possa ter influenciado o resultado da corrida presidencial.
Segundo o documento, ‘as urnas não apresentaram anomalias’. Infelizmente, isso ainda não deve encerrar de uma vez por todas a trama conspiratória que mantém os bolsonaristas fanáticos em vigília.
O camundongo dos militares bolsonaristas veio ao mundo grávido com um derradeiro enigma: será, oh dúvida cruel, que o fato de os computadores do TSE terem acessado um ambiente de rede (o que não é o mesmo que a internet) no momento de compilação do código-fonte das urnas não permitiu que pérfidos hackers infectassem o sistema com um comando do tipo ‘sacanear o Bolsonaro’?”
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