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De Lucifer a Ikea: nomes de bebê proibidos por tribunais ao redor do mundo

Publicado em 03/05/2026, às 15h23
- Foto: Reprodução/Freepik

Revista Crescer

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Você sabia que diversos nomes enfrentam restrições ou até são proibidos em alguns países? Pais chegam a ser impedidos de registrar seus filhos de certas maneiras. No Brasil, a principal regra é evitar nomes que possam causar constrangimento no futuro. Já em outros lugares, o controle é bem mais rigoroso.

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Países como Suécia, Nova Zelândia e Alemanha mantêm regras (e até listas) sobre o que pode ou não ir na certidão de nascimento. Os motivos para essas proibições variam bastante e envolvem questões culturais, linguísticas, religiosas e até legais.

Separamos alguns nomes curiosos proibidos ao redor do mundo. Confira!

Suécia

  • Ikea (famosa marca de móveis do país)
  • Superman
  • Elvis

França

  • Nutella
  • Mini Cooper
  • Prince William
  • Strawberry

Nova Zelândia

  • Lucifer
  • Sex Fruit ("Fruta do Sexo", em tradução livre)
  • Justice ("Justiça")

Alemanha

  • Adolf Hitler
  • Osama Bin Laden
  • Stompie

Malásia

  • Chow Tow (que pode ser interpretado como "cabeça fedida")
  • Woti (que quer dizer "sexo")
  • Sor Chai (“insado”)

México

  • Facebook
  • Rambo
  • Escroto

Zimbabwe

  • Hardlife ("vida difícil")
  • Tragedy ("tragédia")
  • Lovemore ("ame mais")

 

Para especialistas em direitos da infância, garantir que uma criança não seja marcada por um nome que possa causar bullying ou exclusão é uma forma de promover o bem-estar desde o nascimento. Afinal, o nome é a primeira identidade — e precisa carregar mais amor do que polêmica.

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