Defensoria dá prazo para prefeitura adotar medidas contra o acúmulo de lixo em Maceió

Publicado em 22/05/2026, às 16h37
- Foto: Cortesia ao TNH1

Ascom DP-AL

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A Defensoria Pública de Alagoas (DPAL) informou, nesta sexta-feira (22), que instaurou acompanhamento formal sobre os problemas relacionados ao acúmulo irregular de lixo em diversos bairros de Maceió.

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Segundo a Instituição, o Núcleo de Proteção Coletiva oficiou a Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb), além das empresas Viambiental e Naturalle Tratamento de Resíduos, responsáveis pela limpeza urbana no município, cobrando providências urgentes para solucionar a situação.

Conforme o coordenador do Núcleo, o defensor Othoniel Pinheiro, a instituição recebeu denúncias de moradores relatando os transtornos gerados pelo acúmulo de lixo, como mau cheiro e proliferação de insetos, fatores que representam riscos à saúde pública.

“A situação exige resposta imediata do poder público e das empresas responsáveis pela execução do serviço. A limpeza urbana e o manejo de resíduos sólidos são serviços públicos essenciais, e a interrupção ou falha na prestação adequada configura grave violação aos princípios da continuidade e da eficiência administrativa”, ressaltou o defensor.

O ofício solicita que o Município apresente, no prazo de cinco dias, informações sobre as medidas já adotadas, além de uma solução definitiva para o problema do acúmulo de lixo nos bairros afetados.

A Defensoria informou que continuará acompanhando o caso e poderá adotar outras medidas cabíveis caso a situação não seja regularizada.

Em nota, a Alurb informou que a coleta está funcionando com 100% do seu efetivo.

NOTA

A Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (ALURB) informa que a coleta está funcionando com 100% do seu efetivo. O órgão reitera, ainda, que vem acompanhando de forma vigilante as empresas para evitar eventuais atrasos no serviço.

Para fazer denúncias e solicitações, o cidadão deve ligar diretamente nos canais da Central de Monitoramento da ALURB, que atende pelo 156 ou pelo whatsapp 98802-4834.

O TNH1 não conseguiu contato com as empresas citadas na reportagem, e o espaço segue aberto para posicionamento. 

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