Depósitos bancários e digitais: como a polícia identificou pistoleiros alagoanos que mataram fazendeiro

Publicado em 12/03/2026, às 18h36
José Geraldo Oliveira Fonseca foi assassinado a tiros em pizzaria - Foto: Arquivo Pessoal

Redação

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Depósitos bancários e fragmentos digitais ajudaram as polícias civis do Tocantins e de Alagoas a identificar um dos pistoleiros alagoanos contratados para matar o produtor de abacaxis José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos. O crime ocorreu em 7 de setembro de 2024, na cidade de Miranorte, no norte do país.

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Segundo a polícia, as investigações duram cerca de um ano, e os envolvidos no crime foram identificados a partir de monitoramento bancário, análise de imagens e cooperação entre equipes do Tocantins, Alagoas e Rio de Janeiro.

As investigações apontaram que o pagamento pelo crime foi feito em parcelas, por meio de depósitos nas contas dos executores. A investigação conseguiu identificar intermediários, rastrear os pagamentos fracionados e descobrir a identidade dos responsáveis pelo homicídio.

A identificação de um dos pistoleiros também foi possível por meio da papiloscopia, que detectou fragmentos de digitais no local do crime. 

Os dois atiradores morreram em confronto com a polícia de Alagoas na última terça-feira, 10. Os tiroteios foram registrados em dois locais diferentes, sendo um em Maceió e outro em Campo Alegre. 

QUEM É O MANDANTE 

Para a polícia, o mandante do assassinato foi o empresário Roberto Coelho de Sousa. Ele foi preso na cidade onde o crime ocorreu. O homicídio teria sido planejado devido a desavenças, em meio a uma disputa pelo mercado de produção de abacaxi na região.

INTERMEDIÁRIOS

As investigações também apontaram três homens como os responsáveis por contratar os pistoleiros alagoanos. Dois foram presos na cidade onde o crime aconteceu e outro foi localizado no Rio de Janeiro.

EXECUTORES

As investigações apontaram que dois alagoanos foram contratados como pistoleiros para a execução do produtor de abacaxis.

 
 
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