Dia dos Pais vai movimentar mais de R$ 33 milhões no Comércio de Maceió, estima Fecomércio

Publicado em 08/08/2022, às 15h17
Entre os produtos mais desejados para presentear, vestuário e calçado são os preferidos | Foto: Arquivo TNH1 / Itawi Albuquerque -

Ascom Fecomércio

A Pesquisa de Intenção de Consumo para o Dia dos Pais, realizada pelo Instituto Fecomércio Alagoas, estima que, entre presentes e aquisição de serviços, a data deve movimentar R$ 33.723.799,96 no Comércio de Maceió. Este ano, a expectativa é a de que o ticket médio para compra de produtos seja de R$ 139,54. E, em se tratando de comemoração, o valor esperado é de R$ 118,50.

LEIA TAMBÉM

“O Dia dos Pais é, hoje, a quarta data mais importante para o Comércio, em se tratando de movimentação financeira. Só fica atrás do Natal, do Dia das Mães e do Dia dos Namorados. Com as promoções, que já são uma tradição em nossas datas comemorativas, espera-se uma boa presença do público este ano, tanto no Centro quanto em shoppings, lojas de rua e demais estabelecimentos”, ressalta o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL), Gilton Lima.

De acordo com o resultado obtido pelo levantamento, 62,35% dos maceioenses pretendem comprar presentes para celebrar a data, sendo que 76,28% devem dar um presente, 19,55% têm a intenção de adquirir dois presentes, 3,53%, três presentes, e 0,64%, quatro presentes.

Entre os produtos mais desejados para presentear, vestuário e calçado são os preferidos, com 47,92% e 29,71%, respectivamente. Em seguida, aparecem artigos esportivos (10,22%), cosméticos (6,71%), acessórios (5,75%), viagens (2,88%), livros (2,88%), eletrodomésticos (1,60%), cestas de café da manhã (0,96%) e smartphones (0,64%).

Empatados, shoppings e Centro de Maceió são os locais preferidos para a compra do presente, cada um com 46,96%. Outras modalidades apontadas pelos consumidores são e-commerce (20,77%), lojas de rua/bairros/galerias (8,95%), comércio informal (3,19%) e supermercados (0,96%).

PAGAMENTO - Para 33,05%, o valor do presente deve ficar entre R$ 51,00 e R$ 100,00; 20,92% alegaram que deve comprar algo entre R$ 101,00 e R$ 150,00; 17,15% pretendem comprar o presente com um valor entre R$ 151,00 e R$ 200,00; e 10,88% devem custear um produto até R$ 50,00; enquanto 4,18% afirmaram que o presente deve custar mais de R$ 400,00.

Nesse contexto, o pagamento será realizado em sua maioria, 47,28%, em dinheiro; o cartão de crédito, na modalidade parcelada, deve ser utilizado por 34,82%; 20,13% pagarão no cartão de débito; 17,25% alegaram que pagarão por meio do pix; 8,95% afirmaram que utilizarão o cartão de crédito, na modalidade rotativo; e 0,32% comprarão no crediário/carnê.

De acordo com a pesquisa, a escolha do presente é motivada, prioritariamente, pelo pilar qualidade dos produtos (68,37%), preço (55,91%) e promoção (51,76%). Contudo, outros aspectos também são levados em consideração: atendimento (19,17%), conforto (10,22%), praticidade (7,35%), vitrine (5,43%), proximidade (4,15%) e costume/hábito (3,83%).

COMEMORAÇÃO - Além de dar o presente, 53,04% pretendem realizar alguma comemoração, sendo que, entre os locais mais escolhidos para a homenagem, 45,23% celebrarão na casa dos pais, 25,13%, em sua própria casa, e 19,10% têm a intenção de comemorar em restaurantes.

Para a comemoração, o valor pago será entre R$ 101,00 e R$ 150,00, para 25,85%; entre R$ 51,00 e R$ 100,00, para 25,37%; até R$ 50,00, para 20,98%; e entre R$ 151,00 e R$ 200,00, para 18,54%. 1,46% pretendem gastar acima de R$ 400,00.

COMPARAÇÃO ANUAL - Com 62,35% dos entrevistados alegando a intenção de comprar presente no Dia dos pais deste ano, apesar da redução no ticket médio (de R$ 141,51 para R$ 139,54), a pesquisa aponta para um aumento de 21,3% em relação a 2021, que ficou com 51,40%, e, inclusive, registra um percentual acima do período pré-pandemia, com acréscimo de 7,5% ante 2019, que ficou com 57,95%.

PÚBLICO - O perfil do público entrevistado demonstra que 50,25% são do gênero masculino, 49,60% são do gênero feminino e 0,20% optaram por não informar. Deste público, 79,29% têm entre 19 anos e 45 anos, 12,75% tem idade acima de 45 anos e 7,97% tem até 18 anos.

Quanto à escolaridade, 54,58% está cursando ou concluiu o ensino médio, 37,45% têm ou está cursando ensino superior ou pós-graduação, 7,77% concluiu ou está cursando o ensino fundamental e 0,20% é analfabeto. A maior parte do público, 51,59%, é composta por solteiros, em seguida, aparecem os casados, com 32,47%, união estável, com 10,56%, divorciados, com 4,78%, e viúvos, com 0,60%.

No tocante à renda, 49,60% recebem entre um e dois salários mínimos, 20,52%, entre dois e três salários mínimos, 11,55% ganham mais de quatro salários mínimos e 7,17% têm remuneração entre três e quatros salários mínimos. Do total de entrevistados, 11,16% declararam não ter renda. O levantamento foi realizado em Maceió, em ambientes de consumo de grande circulação, nos dias 3 e 4 de agosto. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 5%.

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda Quem deve declarar o Imposto de Renda 2026? Veja o que se sabe até agora sobre as regras Empresas têm até este sábado para enviar dados salariais por gêneros Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda de fevereiro