Gabriel Amorim
Hoje no Penedense, o meia Didira fez história no CSA. Nesta quarta-feira (14), ele enfrentou a ex-equipe, onde é considerado ídolo pela torcida, mas saiu derrotado por 2 a 0, no Rei Pelé, em Maceió.
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Logo após a partida, Didira fez uma avaliação do revés, especialmente do primeiro gol, que saiu após uma jogada ensaiada mal executada pelo Penedense.
"A gente começou bem, pegando o CSA em cima. Sabemos que é uma equipe forte no contra-ataque. Em uma jogada ensaiada, não conseguimos concluir a finalização e tomamos um contra-ataque e o gol. Isso acabou deixando a gente um pouco desequilibrado", disse, em entrevista ao NN Play.
Na volta do segundo tempo, a postura do time de Alysson Dantas mudou. O Penedense teve chances de diminuir, mas não conseguiu converter em gol.
"Voltamos com outra postura. Tivemos chances de empatar e até virar, mas o futebol é assim: se não faz, acaba tomando", completou.
Didira também relembrou a trajetória no CSA, onde participou dos acessos consecutivos até a Série A do Brasileiro, conquistou o bicampeonato alagoano (2018 e 2019) e o título da Série C de 2017.
"Respeito acima de tudo. A minha história aqui é grandiosa. Independente de estar vestindo a camisa do Penedense, que também honro, porque é o clube que abriu as portas para eu mostrar meu trabalho, sou grato ao CSA por tudo o que vivi e passei. Foi um momento especial", afirmou.
Com a derrota, o Penedense estacionou nos três pontos e foi ultrapassado pelo ASA, que chegou aos quatro. Agora, o time se prepara para enfrentar o CRB, no domingo (18), às 16h, no Alfredo Leahy, em Penedo.
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