Revista Crescer
Quando começou a sentir uma dor de estômago, Ariele, 29, de Porto Alegre (RS), achou melhor investigar. Ela percebeu um certo inchaço e achou que pudesse ser sinal de alguma condição mais séria e decidiu ir ao médico. Depois dos exames, recebeu uma notícia boa e outra chocante: a primeira era de que, não, ela não estava doente; a segunda era de que ela teria um bebê em mais ou menos duas semanas. Sim, a jovem não só descobriu uma gravidez, como soube que já estava na reta final da gestação.
Quem contou a história foi a irmã da grávida, Jaíne Menezes, que compartilhou o vídeo do momento do ultrassom nas redes sociais e se surpreendeu com a repercussão. Segundo ela, tudo começou quando a irmã passou a sentir dores e perceber que a barriga estava diferente. Ela chegou a fazer um teste de gravidez de farmácia, que deu negativo. A hipótese parecia descartada.
“A gente começou a notar há umas três semanas. Eu falei: ‘Está muito inchada a tua barriga. Alguma coisa tem’. Mas ela não sentia absolutamente nada. Nem dor, nem enjoo, nada”, conta Jaíne, em entrevista a CRESCER.
No posto de saúde, o quadro também chamou a atenção da equipe. “A enfermeira e a médica falaram que aquela barriga estava estranha e podia ser alguma doença. Ou que, se fosse gravidez, o bebê podia estar nas trompas”, diz Jaíne. Ariele fez um teste de beta HCG, que voltou com um resultado confuso.
A última relação dela havia sido há cerca de seis meses e o teste veio com indicativo de início de gestação. Não parecia fazer sentido. “Então ela achou que era outra coisa”, relata Jaíne. Ariele já tem um filho de 5 anos, então, sabia como eram os sintomas de gravidez.
Definitivamente, não era o que ela estava sentindo. Os médicos, então, solicitaram um exame de imagem, para entender se algo apareceria, para esclarecer a dor e o inchaço. Então, o que apareceu na tela pegou todos de surpresa.
“Já era um bebê grande, já encaixado para nascer. O doutor disse que falta apenas duas semanas”, conta a tia. O mais impressionante é que, mesmo com uma gestação tão avançada, Ariele não sentia o bebê mexer. “Ela trabalhou normalmente até anteontem. Viveu como se nada tivesse acontecido”, diz a irmã, chocada.
Ariele trabalha como cuidadora de idosos, fazendo esforço físico intenso. Mesmo assim, não teve nenhum tipo de dificuldade ou desconforto. “Ela trabalhou todo esse tempo carregando idosos, fazendo força, e nunca imaginou. Só agora, há duas, três semanas, começou esse desconforto”, ressalta Jaíne.
E como se a surpresa não fosse grande o suficiente, ainda existe outro detalhe: ninguém sabe o sexo do bebê. “O doutor tentou, mexeu bastante, mas as perninhas estavam muito fechadas. Está bem encaixado e com pouco espaço. A gente não conseguiu descobrir”, detalha. “Além de ter duas semanas pra fazer o enxoval, a gente também não sabe o que é. Tá sendo uma correria”, acrescenta.
Jaíne diz que a irmã jamais teria escondido algo assim. “Eu sou a prova de que ela não sabia. Porque ela me contaria. Somos muito próximas, estamos sempre juntas. A gente tocou a vida normalmente, nem sonhava com essa gravidez”, afirma.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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