Empresa alvo de operação declara que contratos com prefeituras são lícitos

Publicado em 29/04/2016, às 10h54

Redação

A Locadora de Veículos LLMAR divulgou, na manhã desta sexta-feira (29), nota oficial sobre a operação de busca e apreensão realizada ontem pelo Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual (MPE). Ao se defender, a empresa afirma que todos os contratos entre a LLMAR e os entes públicos são lícitos.

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“A Locadora de Veículos LLMAR continua em plena atividade, apesar da operação de busca e apreensão realizada na manhã de quinta-feira, 28 de abril. A LLMAR afirma que todas as contratações feitas entre ela e os entes públicos são lícitas e baseadas na legislação vigente. A empresa permanece, como sempre permaneceu, à disposição da Justiça para prestar esclarecimento sempre que necessário”, diz trecho do documento.

Após prestar depoimento, o diretor da LLMAR, Luciano Lima Lopes, teve o pedido de prisão preventiva anulado pela Justiça. A revogação foi pedida pelo próprio MPE. O Gecoc investiga desvio de dinheiro público através de notas fiscais falsas. Segundo as investigações, o esquema servia para justificar despesas feitas pelos gestores públicos.

Leia, abaixo, a íntegra da nota divulgada pela LLMAR:

A Locadora de Veículos LLMAR esclarece a toda sociedade, aos seus clientes e fornecedores que, apesar da operação de busca e apreensão realizada na manhã de quinta-feira, 28 de abril, na sede da empresa e na residência de seu diretor, Luciano Lima Lopes, continua em plena atividade.

A Justiça revogou, na mesma tarde, a prisão temporária anteriormente decretada de Luciano Lima Lopes, após requerimento feito pelo próprio Ministério Público Estadual (MPE). A LLMAR afirma que todas as contratações feitas entre ela e os entes públicos são absolutamente lícitas e baseadas na legislação vigente.

A empresa permanece, como sempre permaneceu, à disposição da Justiça para prestar todo e qualquer tipo de esclarecimento sempre que necessário. Por fim, a empresa repudia expressamente a divulgação dos vídeos e fotos quando do cumprimento do mandado de busca e apreensão, fato que causa enorme desonra e expõe desnecessariamente esta empresa e toda família gestora.

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