Flávio Gomes de Barros
Transparência, imparcialidade e celeridade são requisitos que o setor produtivo brasileiro, com respaldo de 57 entidades de Alagoas, estão a cobrar do Supremo Tribunal Federal, através de manifesto nacional divulgado nesta quarta-feira, 9, subscrito por cerca de três mil organizações de todas as regiões do país.
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Subscrevem o documento, encabeçado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representam 90% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O "Manifesto à Nação Brasileira" pede que o STF "examine os fatos" diante da "crise institucional" que afeta o Brasil, e que o seu epicentro é, precisamente, a a Corte de Justiça, a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de episódio isolado nem de ruído passageiro".
O texto do documento se refere ainda ao STF como "guardião da Constituição", mas que não está "dispensado de prestar contas", acrescentando: "Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas".
Ao propor que o "Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo", o manifesto ressalta: "A resposta que a Nação aguarda não admite prazo! Cada dia é um dia a mais de descrédito. O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar. Ninguém, ninguém está acima da LEI!"
De Alagoas, conta com as principais federações empresariais – Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), Federação da Agricultura do Estado de Alagoas (FAEAL), Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomércio), Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas) e Federação dos Clubes de Diretores Lojistas em Alagoas (FCDL) - e inclui associações comerciais e empresariais, além de sindicatos representativos da indústria, do comércio, do turismo e do setor rural.
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