Entidades estaduais de meio ambiente discutem aparecimento de manchas de óleo nas praias

Publicado em 01/10/2019, às 15h52
Reprodução/IMA-AL -

IMA-AL

Os técnicos do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) se juntam aos representantes de órgãos ambientais do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe, na tarde dessa terça-feira (1), para uma reunião sobre o aparecimento de manchas de óleo em diversas praias nordestinas.

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A discussão faz parte da pauta de reunião convocada pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), em recife (PE), com as entidades de todo o Nordeste. Representando o IMA/AL, participam técnicos do Gerenciamento Costeiro e da Assessoria Executiva de Gestão Interna.

O problema começou no início de setembro, no Rio Grande do Norte, e rapidamente atingiu praias alagoanas, nos litorais norte e sul, além da capital, Maceió. Os locais que registraram, mais recentemente, diversas manchas de óleo, causando transtornos à população, foram praias de Marechal Deodoro e Barra de São Miguel.

Segundo o coordenador de Gerenciamento Costeiro do IMA/AL, Ricardo César, parte do material coletado nos Estados foi encaminhada à Marinha do Brasil. As análises passaram a ser feitas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) e Polícia Federal.

Além desses, também participam das averiguações, para identificação da origem do material, outras universidades e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“Por enquanto é o que podemos chamar de mancha órfão. Está se buscando através do DNA do óleo a possível origem, porque cada óleo apresenta características próprias. Possivelmente a causa pode ter sido derramamento de navio, após lavagem de porão e descarte de restos, mas isso só pode ser afirmado com certeza após a finalização das investigações”, comentou o coordenador.

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