Entidades militares repudiam ação de ONGs contra Lei Orgânica Nacional das PMs

Publicado em 12/09/2023, às 15h43
Foto: Ilustrativa/Agência Brasil -

TNH1

Entidades militares divulgaram, nesta terça-feira (12), um manifesto de repúdio ao documento apresentado por Organizações de direitos humanos e personalidades que se mostraram contrárias à Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. A Lei, com normas sobre organização, prerrogativas e proibições para as categorias, foi aprovada pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2022.  Em julho deste ano, o PL 3045/2022 também avançou na Comissão de Segurança Pública do Senado.

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O manifesto das entidades (Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais, Bombeiros e Pensionistas Militares - ANERB, Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais - FENEME, Associação dos Delegados de polícia do Brasil - Adepol do Brasil e Federação Nacional dos Delegados de Polícia Civil - FENDEPO) aconteceu logo após representantes de movimentos sociais entregarem ao presidente Lula um relatório contrário ao projeto de Lei e pedirem a convocação de uma audiência pública para debater o tema.

No manifesto, as entidades viram com perplexidade o relatório apresentado pela ONGs e repudiaram a posição contrária dos movimentos diante da aprovação do PL 3045/2022.

Veja, abaixo, os pontos levantados no manifesto apresentado pelas entidades militares:

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