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Ex-genro de Ana Maria Braga, Badarik Gonzalez está proibido pela Justiça de se aproximar dos dois filhos que tem com Mariana Maffeis, após um pedido de medida protetiva da empresária. A situação já dura dois meses, e o professor de ioga lamenta como tudo tem sido conduzido pela Justiça. Nesse período, o colombiano chegou a ser preso, e logo foi liberado.
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"Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento", disse Badarik, em uma live nas redes sociais. "Tem dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas".
O que disse a filha de Ana Maria Braga
No vídeo no YouTube em que anunciou a separação, Mariana disse que além da falta de diálogo com o então marido, ela cita que ocorreram "situações" determinantes para o fim do casamento.
"Se apresentaram também situações fora da minha casa. Eu, infelizmente, tive que ouvir mais de 10, 15 relatos de coisas, enfim...", disse ela.
Em todas as aparições, desde que o fim do casamento com Mariana se tornou público, Badarik abordou o que poderiam ser esses boatos que a ex-mulher ouviu.
"Disseram que aprontei com outras pessoas, fui violento, corri atrás delas com uma faca... (Mariana ouviu) de pessoas que ela não conhece".
O professor de ioga lamentou estar longe dos filhos.
"Sempre fui um pai presente. Não posso ficar perto por mais de 100 metros, ou posso ir preso. Queria ligar para os meus filhos. Como a Justiça é tão fraca? Tudo bem, terei o resto da vida para ficar ao lado deles", desabafou.
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