Extra Online
Na adolescência, quando não queria ser diferente das meninas da sua idade, Bella Camero chegou a pensar em remover a pinta que tem no rosto. Mais tarde, no início da carreira como atriz, depois de trocar de vez Engenharia pelo Teatro, a possibilidade voltou a ser cogitada, com medo de perder papéis e oportunidades de trabalho.
LEIA TAMBÉM
"Nunca foi uma questão quando eu era criança. Mais velha, pensei em tirar, para ficar mais padrão. Aquele momento em que você quer ser igual a todo mundo. Não quer diferencial nenhum. Meu apelido era Wandinha. Eu era esquisita e ainda tinha uma pinta no rosto", disse a atriz no Like ou Flop Podcast.
Hoje, aos 34 anos, e muitos personagens depois, Bella não cedeu à pressão externa e leva no rosto uma de suas marcas registradas:
"Comecei a trabalhar nova e foi rolando. Deixei ficar, está aqui. Quando fiz a Bebel mais jovem, na "Grande família", deu para esconder com a maquiagem. Hoje em dia eu gosto. Talvez atrapalhe para viver a mocinha, não sei. Já ouvi muito me chamarem de 'filha do Eri Johnson'. A gente já se encontrou e tirou foto junto. Recebo mensagens de mães também, contando que mostram para as filhas, que também têm uma pinta no rosto, fotos minhas".
Bella Camero estreou na TV na série "Geral.com", e não parou mais. Foram duas temporadas de "Malhação", em 2012 e 2018 e trabalhos no streaming como "Bom dia, Verônica" e "Onde está meu coração". "Sessão de terapia", no Globoplay, foi o mais recente. Ela pôde ser vista também com papéis de destaque no cinema. "Confissões de Adolescente" e "Marighella" foram alguns deles.
LEIA MAIS