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Uma fã de Virginia Fonseca decidiu processar a influenciadora e a WePink após ganhar um sorteio que prometia um encontro com a empresária, mas não conseguir realizar o prêmio. Na ação, ela pediu cerca de R$ 30 mil por danos morais. A Justiça do Rio de Janeiro, porém, negou o pedido.
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Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o Juizado Especial Adjunto Cível de Rio Bonito reconheceu que houve descumprimento contratual. No entanto, entendeu que a situação não foi suficiente para configurar dano moral.
Na decisão, a Justiça classificou o episódio como um "mero aborrecimento inerente ao cotidiano".
Fã ganhou encontro com Virginia Fonseca
O caso começou em janeiro de 2025, durante uma live promocional da WePink no Instagram. Carla Verônica Batista Ramalho foi sorteada e ganhou o direito de conhecer Virginia Fonseca pessoalmente.
Além do encontro, a promoção previa o pagamento das despesas relacionadas à viagem, incluindo transporte, hospedagem e alimentação.
No entanto, o encontro não aconteceu. De acordo com as informações apresentadas no processo, entre fevereiro e dezembro, Carla tentou negociar uma data para encontrar Virginia, mas não conseguiu fazer o agendamento.
Depois de meses de tentativas, a WePink pediu desculpas pelo transtorno e apresentou uma nova proposta. A empresa ofereceu R$ 1,5 mil em dinheiro e 20 produtos da marca como compensação.
Carla aceitou o acordo. Porém, outro problema surgiu durante a entrega dos itens.
Caso foi parar na Justiça
Segundo a defesa da fã, ela recebeu apenas 18 dos 20 produtos prometidos. A empresa, por outro lado, alegou que os dois itens restantes estavam fora de estoque no momento do envio.
Diante da situação, Carla recorreu à Justiça para cobrar os produtos que ainda não havia recebido. Além disso, pediu aproximadamente R$ 30 mil por danos morais devido ao descumprimento da promessa inicial.
Durante o andamento do processo, a fã informou que recebeu os dois produtos que faltavam em março de 2026. Ela também ganhou um item adicional.
Com isso, a Justiça entendeu que o episódio não provocou uma situação grave o suficiente para justificar o pagamento de indenização por danos morais.
Apesar de reconhecer o descumprimento contratual relacionado à promoção, o Juizado Especial Adjunto Cível de Rio Bonito rejeitou o pedido de cerca de R$ 30 mil feito pela fã.
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