Ficar offline no fim de semana estendido pode ajudar sua carreira

Publicado em 06/12/2019, às 10h26
Reprodução / Pexels -

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Para muitos, a vida corporativa ultrapassa os limites da empresa e chega a ocupar os fins de semana, com a justificativa de que é o preço que se paga por uma carreira bem-sucedida.

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Um mito e uma motivação para a iniciativa de desconexão. Segundo uma pesquisa, publicada em agosto pela Hibou, empresa de monitoramento de mercado, 91% dos brasileiros não conseguem ficar sequer uma hora longe dos smartphones. O vício no celular é tão grande que ganhou até nome: Nomofobia ou a ansiedade e o medo irracional de não estar conectado.

Outra pesquisa do LinkedIn realizada em 2018 demonstrou que nem mesmo nas férias as pessoas têm se desligado do emprego, 70% admitiram que bisbilhotam para saber o que está acontecendo.

Diante desse cenário, é cada vez mais comum pessoas que optam por recarregar as energias e se desligar do trabalho, das redes sociais e do mundo virtual que fomenta a ilusão de onipresença. Até existem lugares especializados em realizar o “detox digital”, como o Instituto Delete, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Embora a tecnologia ajude a nos comunicar, nos manter informados e contribua até para a nossa carreira, sinais indicam que é preciso cuidado. Em alguns casos, estratégias simples, como estabelecer regras de conexão, podem ajudar. Em outros, a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra é fundamental.

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