Filha de major da PM é morta espancada no Rio, e polícia apura se ela desviou dinheiro de traficantes

Publicado em 07/01/2026, às 16h56
Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, 23, morta por traficantes, de acordo com a polícia - Reprodução / Naysa Kayllany no Instagram

Folhapress

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A jovem Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, 23, filha de um major da Polícia Militar, foi morta com sinais de espancamento no domingo (4) na zona oeste do Rio de Janeiro. Seu corpo foi deixado na porta de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Em uma das mãos também havia uma marca de tiro.

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A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital é a de que a jovem teria desviado dinheiro do ferro-velho no qual trabalhava. O estabelecimento pertenceria a traficantes da facção ADA (Amigos dos Amigos).

Duas amigas da jovem também foram agredidas pelos suspeitos, que seriam traficantes do Complexo do Jardim Novo, em Realengo, região conhecida como Favela da Light, na zona oeste. Elas sobreviveram.

Nas redes sociais, o major Neyfson Borges, pai de Naysa, postou várias homenagens à filha. Em um dos textos escreveu: "Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito. Mas separa um algodão-doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos virmos novamente". A reportagem não conseguiu contato com ele, e a família não se manifestou sobre as investigações.

O enterro do corpo de Naysa será na tarde desta quarta-feira (7) no cemitério Jardim da Saudade Sulacap.

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