Futuro ministro escolhe oficial da Aeronáutica para compor cúpula militar

Publicado em 22/11/2018, às 15h21
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Folhapress

O futuro ministro da Defesa, general da reserva Fernando Azevedo e Silva, escolheu mais um nome para compor a cúpula da pasta.
O tenente-brigadeiro do ar Raul Botelho será o novo chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, segundo a Folha de S.Paulo apurou. Atualmente, ele ocupa o posto de chefe do Estado Maior da Aeronáutica.

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Azevedo e Silva optou por um rodízio das forças no cargo.
O Estado Maior Conjunto das Forças Armadas foi criado em 2010 e já teve nomes do Exército e da Marinha no comando. O primeiro chefe foi o general José Carlos De Nardi e, atualmente, quem ocupa o posto é o almirante Ademir Sobrinho.

A aliados, Azevedo e Silva argumentou que Botelho é o segundo nome mais antigo no alto comando da Aeronáutica -depois do tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, anunciado como novo comandante da força.

Segundo militares ouvidos pela reportagem, Botelho era o nome preferido do atual comandante da Aeronáutica, Nivaldo Rossato, para sucedê-lo no posto. 
A chefia do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas está no mesmo grau hierárquico dos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica e deve ser ocupada por um oficial do último posto, da ativa ou da reserva, indicado pelo Ministro da Defesa e nomeado pelo presidente.

Cabe a esse órgão planejar o emprego conjunto de efetivos das três forças na defesa do país e em operações de paz, humanitária e de resgate, além da segurança das fronteiras e ações de defesa civil
Azevedo e Silva anunciou nesta quarta-feira (21) os futuros comandantes das três forças. Ele obedeceu o critério de antiguidade em todos os casos. Além de Bermudez na Aeronáutica, anunciou o almirante Ilques Barbosa Júnior na Marinha e o general Edson Leal Pujol para o Exército.

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