Garçonete tentou segurar faca e lutou para não morrer, aponta laudo do IML

Publicado em 06/03/2024, às 14h52
Marcio Ferreira / Ascom Polícia Científica -

TNH1 com Ascom Polícia Científica

O perito médico legista Luiz Mansur, da Polícia Científica de Alagoas, disse que o corpo da garçonete Flávia dos Santos Carneiro, de 43 anos, apresentava marcas de asfixia e tinha cortes nos dedos da mãos, como se tivesse tentado agarrar a faca para impedir os golpes que lhe tiraram a vida.

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“Ela apresentava sinais de asfixia e ferimentos cortantes nos dedos da mão direita, como se ela tivesse segurado a lâmina da faca. Ela também apresentava arranhões no dorso da mão e no braço direito. Esses tipos de lesões são características de tentativa de defesa da vítima”, explicou o perito médico legista.

O exame de necropsia constatou que Flavia Carneiro foi morta com mais de 20 facadas na região cervical. Sendo, mais de dez perfurações na região da parte posterior do pescoço e outras oito lesões na lateral direita do pescoço.

O corpo de Flávia foi liberado na tarde desta quarta (06) pelo Instituto Médico Legal Estácio de Lima. O exame cadavérico também foi concluído e o laudo será encaminhado para a Delegacia de Homicídios.

A liberação aconteceu após a identificação oficial feita por meio de um exame de necropapiloscopia realizado pelo papiloscopista Alisson Veríssimo, do Instituto de Identificação de Alagoas. Ele explicou que coletou as digitais da vítima e comparou os dados biométricos com o arquivo civil do órgão, localizando a carteira de identidade nacional da vítima, confirmando a identificação oficial da garçonete. 

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