Revista Crescer
Desde criança, Andreina Ketlin Colaço, 24, escuta que é muito parecida com a atriz Marina Ruy Barbosa. Mas, agora, durante a terceira gestação, a comparação ganhou uma dimensão inesperada: ao publicar fotos da barriga, a catarinense viu uma enxurrada de comentários de pessoas que diziam ter entrado em suas redes sociais pensando que se tratava da atriz.
“Os que mais me impactaram foram justamente os comentários de pessoas dizendo que entraram na publicação achando que era a Marina. Teve muita gente perguntando ‘é a Marina Ruy Barbosa?’ ou falando que, depois de olhar as fotos, não conseguia mais deixar de enxergar a semelhança”, explica Andreina, que vive na cidade de Rio Negrinhos (SC), em entrevista a CRESCER.
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“Essa comparação existe desde que eu era criança. Principalmente quando as pessoas viam minhas fotos de criança, sempre tinha alguém falando que eu lembrava muito a Marina quando ela também era criança”, relata.
O cabelo ruivo, que é natural, contribui para a associação. Andreina também tem os fios lisos e afirma que não precisa fazer nada para manter a cor. Na gravidez, tem priorizado apenas cuidados para manter o cabelo saudável.
A comparação não incomoda Andreina. Pelo contrário: como fã da atriz, ela encara os comentários como um elogio. “Acho a Marina uma mulher linda e sempre fui muito fã dela. Então, para mim, é um elogio enorme”, declara.
Apesar da repercussão, por enquanto, não houve interação de Marina nas publicações. Andreina, que está com 36 semanas e três dias de gestação, espera uma menina para o início de novembro e admite que gostaria de conhecer a atriz. “Seria muito especial receber pelo menos um comentário ou alguma interação dela. E, claro, meu sonho mesmo seria um dia poder conhecê-la pessoalmente”, diz ela, que já é mãe de dois meninos, um de 8 e outro de 4 anos.
Mas, mesmo sem a interação da atriz, a viralização teve efeitos práticos positivos na vida de Andreína. Isso porque tudo aconteceu pouco tempo depois de ela perder a conta profissional que mantinha no Instagram. Ela trabalhava como manicure desde os 16 anos e também começou a atuar com tatuagem. O perfil reunia fotos dos trabalhos e era uma fonte de renda. A perda foi difícil, mas a repercussão das fotos da gravidez acabou abrindo uma possibilidade que ela já desejava: transformar a presença nas redes sociais em profissão. “Eu acredito muito que Deus sabe o que faz e que, de alguma forma, uma porta se fechou para outra começar a se abrir”, afirma.
Andreina também voltou a pensar em um sonho que havia deixado de lado na adolescência: trabalhar como modelo e atriz. “O sonho acabou ficando um pouco de lado, mas nunca deixou de existir. Hoje eu penso que ainda sou muito nova e que ainda tenho tempo para correr atrás disso”, revela.
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