Governador lança comissão para festividades do bicentenário de Alagoas

Publicado em 21/05/2016, às 12h37

Redação

O governador Renan Filho lançou, nesta sexta-feira, 20, a comissão do bicentenário de Emancipação Política de Alagoas. Festividades começam em 2017, porém os preparativos começaram de olho no respeito a originalidade do povo alagoano.

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Ficou acordado entre os presentes que ao longo das comemorações serão protegidos os valores e o patrimônio cultural de Alagoas, preservando, sobretudo, reforçou Renan Filho, a identidade e a memória dos diferentes segmentos da sociedade alagoana.

A comissão é composta por membros do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, secretarias de Estado da Cultura e Educação, universidades Estadual e Federal de Alagoas, Fundação de Amparo a Pesquisa de Alagoas (Fapeal) além de representantes de grupos culturais e artísticos.

A comissão realizará estudos e vai propor, sobretudo, melhorias na capital, como a restauração de monumentos que ajudam a contar um pouco da história alagoana ao passar dos anos. Concursos culturais serão propostos, assim como festivais de música e poesia vão provocar a veia artística do alagoano, comprovando a riqueza do povo Caeté.

De modo técnico, o secretário-chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias, explicou que a comissão terá papel fundamental em agregar ideias, convocando a sociedade a estabelecer fóruns que possam dar verdadeiramente a cara do povo alagoano a festa do bicentenário.

“Contaremos com a ajuda de todos. Queremos dar a este evento não só o clima de festividade, mas algo que fique marcado para os alagoanos. Que toda a sociedade possa conhecer o que foi a Emancipação de Alagoas, como se deu este marco. É um trabalho que precisa ser bastante discutido. Teremos diversas reuniões para unir informações históricas e começaremos todos os trabalhos a partir deste ano”, pontuou o secretário. 

Entre os membros da comissão está o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL), Jayme de Altavila. Ele sugeriu a publicação dos documentos originais e os avulsos da capitania do Estado de Pernambuco e da então faixa de terra ao Sul, que daria origem ao atual Estado de Alagoas, resgatando assim todo contexto histórico local.

“Estamos junto do Governo de Alagoas formalizando ações para envolver o público alagoano. Uma das ações do instituto é dar espaço para que a população tenha acesso aos documentos históricos, para que se debrucem e valorizem ainda mais toda ‘vida’ da nossa terra”, explicou o presidente do Instituto Histórico.

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