Só Notícia Boa
Parece enredo de filme, mas a história é real. Um homem encontrou um diamante preso no sapato dele. No começo, ele achou que era uma pedra qualquer ou vidro, mas quando levou a um joalheiro ficou sabendo que se tratava de um diamante dos anos 1950 ou 1960.
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Perplexo, Coleman postou no Facebook a foto do diamante preso no sapato, brincando sobre a descoberta inusitada. Horas depois, um amigo dele reconheceu a joia que outra amiga, a Cindy, havia perdido, uma pedra que foi passada de geração em geração na família do falecido marido dela, e que havia desaparecido.
O curioso é que Coleman e Cindy foram vizinhos e amigos, na Pensilvânia (EUA), onde ele morou tempos atrás. Ele devolveu o diamante e a mulher nem sabia o que dizer: “Ainda não consigo acreditar. Está na minha bolsa agora, mas ainda não consigo acreditar”, comentou Cindy.
Como ela perdeu o diamante
Cindy acredita que a pedra provavelmente caiu durante uma de suas aulas de ginástica na piscina.
Coleman, que joga vôlei aquático na mesma piscina, deve ter pisado sem querer no diamante. Ele entrou no buraquinho da sola do sapato e ficou preso lá, durante toda a viagem dele à Flórida, a centenas de quilômetros de distância, onde o homem passou as férias.
“Fui até lá, usei-as, usei-as na praia, na piscina, e quando vi a marca no meu sapato, presumi que a tinha entrado na Flórida, provavelmente na piscina”, explicou Coleman.
A surpresa no joalheiro
Quando levou a pedra a um joalheiro veio a surpresa: “Ele disse: ‘Sim, é um diamante dos anos 50 ou 60. Um corte antigo, com uma bela coloração.’ E acrescentou: ‘Esta é uma bela joia'”, contou Coleman.
Foi aí que ele postou no Facebook a foto divertida do diamante escondido na sola do sapato. Aí um amigo viu e a dona apareceu: era a Cindy,
“É praticamente impossível encontrar um diamante em uma piscina”, disse ela, ainda impressionada com a volta da joia.
Agradeceu muito
Cindy Ware, do condado de Chester, Pensilvânia, agradeceu muito.
E Coleman continua sem saber onde exatamente pisou para o diamante ficar preso no sapato dele.
“Tantas coisas aconteceram ao mesmo tempo, tão perfeitamente, que nem sei onde estava ou como foi que o objeto foi guardado naquele sapato.”
“Poder acrescentar um pouco mais de felicidade a isso é realmente ótimo”, concluiu.
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