IML solicita exames toxicológicos para esclarecer causa da morte de professor da UFAL

Publicado em 10/02/2026, às 18h25
- Foto: Ascom PCAL

TNH1 com informações da Ascom Polícia Científica

Ler resumo da notícia

O Instituto Médico Legal (IML) divulgou, na tarde desta terça-feira (10), que foram solicitados exames toxicológicos para esclarecer as causas da morte do professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Carlos Alberto de Carvalho Fraga, de 38 anos. Ele foi encontrado morto dentro de casa, na manhã dessa segunda-feira (09), em Arapiraca, Agreste de Alagoas.

LEIA TAMBÉM

O médico legista Guilherme Paiva, perito do Instituto Médico Legal de Arapiraca, responsável pela necropsia, informou que o corpo não apresentava sinais de violência física. Diante disso, foram solicitados exames complementares para auxiliar na determinação da causa do óbito.

“Amostras de materiais biológicos foram coletadas e encaminhadas ao Laboratório Forense, onde passarão por exames toxicológicos”, explicou o médico legista.

Segundo ele, os resultados desses exames serão fundamentais para esclarecer as circunstâncias da morte e apontar se houve algum fator externo ou clínico que tenha contribuído para o falecimento. A Polícia Científica aguarda a conclusão das análises laboratoriais para emitir o laudo cadavérico definitivo.

Perícia de Local

De acordo com as informações colhidas, a vítima era funcionário da UFAL e atuava como coordenador do curso de Medicina no Campus Arapiraca. Carlos Alberto foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (9), dentro da casa dele, no Residencial Pedro Tertuliano, bairro Massaranduba, em Arapiraca.

Uma equipe do Instituto de Criminalística do Agreste realizou a perícia técnica no local da ocorrência. De acordo com a perita Isadora Davi, foram empregados todos os recursos disponíveis para a coleta de vestígios, que serão encaminhados para exames periciais complementares nos laboratórios forenses do Instituto de Criminalística da capital, com rigor na preservação da cadeia de custódia.

Além da coleta de vestígios biológicos e químicos, também foram obtidas impressões digitais (vestígios papiloscópicos) com o uso do equipamento ForenScope CSI Pro 3, tecnologia recentemente disponibilizada no estado de Alagoas. 

  

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Mais de 4 mil policiais militares farão a segurança do Carnaval em Alagoas Comandante do tráfico e ligado ao CV: quem era “Aranha”, traficante morto ao sair do Presídio do Agreste Polícia prende suspeitos de matar homem durante briga de bar em Boca da Mata PM apreende arma, drogas e prende dois suspeitos em ações no interior